terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Limpar ferimentos é mais eficiente do que usar antibióticos

Limpar ferimentos é mais eficiente do que usar antibióticos
Fonte: Boasaude - uol blog

Pesquisadores fizeram uma descoberta acidental enquanto estudavam as diferenças nos tratamentos de dois tipos de antibióticos.

Os cientistas fizeram um experimento em que deram a 191 crianças um antibiótico que combate os tipos mais comuns de bactérias ou um outro tipo que combate também bactérias mais resistentes a antibióticos. Os resultados encontrados foram surpreendentes. 95% das crianças se recuperaram completamente, independentemente de qual antibiótico foi administrado. Esse fato levou à conclusão de que a limpeza correta da ferida infeccionada é o fator importante para a cura, não o uso de antibióticos.

Aaron Chen é um médico socorrista no hospital americano John Hopkins e líder da equipe de pesquisadores. Ele afirma que, quanto ao estudo, “as boas notícias são que não importou qual antibiótico nós demos, quase todas as infecções e pele sumiram completamente em uma semana. As melhores notícias são que um bom tratamento pouco tecnológico de feridas, limpando, drenando e mantendo a área infectada limpa, é o que realmente faz a diferença entre uma cura rápida e uma infecção persistente”.


ESTUDO EM INGLÊS

Public release date: 21-Feb-2011
[ Print | E-mail | Share Share ] [ Close Window ]

Contact: Ekaterina Pesheva
epeshev1@jhmi.edu
410-516-4996
Johns Hopkins Medical Institutions

Careful cleaning of children's skin wounds key to healing, regardless of antibiotic choice

Hopkins Children's study suggests antibiotics may not always be best therapy

When it comes to curing skin infected with the antibiotic-resistant bacterium MRSA (methicillin-resistant Staphylococcus aureus), timely and proper wound cleaning and draining may be more important than the choice of antibiotic, according to a new Johns Hopkins Children's Center study. The work is published in the March issue of Pediatrics.

Researchers originally set out to compare the efficacy of two antibiotics commonly used to treat staph skin infections, randomly giving 191 children either cephalexin, a classic anti-staph antibiotic known to work against the most common strains of the bacterium but not MRSA, or clindamycin, known to work better against the resistant strains. Much to the researchers' surprise, they said, drug choice didn't matter: 95 percent of the children in the study recovered completely within a week, regardless of which antibiotic they got.

The finding led the research team to conclude that proper wound care, not antibiotics, may have been the key to healing.

"The good news is that no matter which antibiotic we gave, nearly all skin infections cleared up fully within a week," says study lead investigator Aaron Chen, M.D., an emergency physician at Hopkins Children's. "The better news might be that good low-tech wound care, cleaning, draining and keeping the infected area clean, is what truly makes the difference between rapid healing and persistent infection."

Chen says that proper wound care has always been the cornerstone of skin infection treatment but, the researchers say, in recent years more physicians have started prescribing antibiotics preemptively.

Although the Johns Hopkins investigators stop short of advocating against prescribing antibiotics for uncomplicated MRSA skin infections, they call for studies that directly measure the benefit — if any — of drug therapy versus proper wound care. The best study, they say, would compare patients receiving placebo with those on antibiotics, along with proper wound cleaning, draining and dressing.

Antibiotics can have serious side effects, fuel drug resistance and raise the cost of care significantly, the researchers say.

"Many physicians understandably assume that antibiotics are always necessary for bacterial infections, but there is evidence to suggest this may not be the case," says senior investigator George Siberry, M.D., M.P.H., a Hopkins Children's pediatrician and medical officer at the Eunice Kennedy Shriver Institute of Child Health & Human Development. "We need studies that precisely measure the benefit of antibiotics to help us determine which cases warrant them and which ones would fare well without them."

The 191 children in the study, ages 6 months to 18 years, were treated for skin infections at Hopkins Children's from 2006 to 2009. Of these, 133 were infected with community-acquired MRSA, and the remainder had simple staph infections with non-resistant strains of the bacterium. Community-acquired (CA-MRSA) is a virulent subset of the bacterium that's not susceptible to most commonly used antibiotics. Most CA-MRSA causes skin and soft-tissue infections, but in those who are sick or have weakened immune systems, it can lead to invasive, sometimes fatal, infections.

At 48-hour to 72-hour follow-ups, children treated with both antibiotics showed similar rates of improvement — 94 percent in the cephalexin group improved and 97 percent in the clindamycin group improved. By one week, the infections were gone in 97 percent of patients receiving cephalexin and in 94 percent of those on clindamycin. Those younger than 1 year of age and those whose infections were accompanied by fever were more prone to complications and more likely to be hospitalized.

###

Co-authors on the study included Karen Carroll, M.D., Marie Diener-West, Ph.D., Tracy Ross, M.S., Joyce Ordun, M.S., C.R.N.P., Mitchell Goldstein, M.D., Gaurav Kulkarni, M.D., and J.B. Cantey, M.D., all of Hopkins.

The research was funded by a grant from the Thrasher Research Foundation and the General Clinical Research Center at Johns Hopkins.

Related:

Knowledge Gaps, Fears Common Among Parents of Children with Drug-Resistant Bacteria http://www.hopkinschildrens.org/Fears-Common-Among-Parents-of-Children-with-Drug-Resistant-Bacteria.aspx

Community-Acquired MRSA Becoming More Common in Pediatric ICU Patients http://www.hopkinschildrens.org/Community-Acquired-MRSA-Becoming-More-Common-in-Pediatric-ICU-Patients.aspx

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

SUPORTE BÁSICO DE VIDA

[SBV.JPG]

OS BENEFÍCIOS DA ÁGUA OXIGENADA H2O2 - Peróxido de hidrogênio




Utilizada inicialmente para combater infecções em campos de batalha, a água oxigenada (também conhecida como Peróxido de Hidrogênio ou H2O2) possuis diversos usos que são praticamente desconhecidos do público em geral. Este texto muito interessante conta a origem da substância e alguns de seus usos no cotidiano.
A água oxigenada, ou Peróxido de Hidrogênio (H2O2), foi desenvolvida na década de 1920 por cientistas para conter problemas de infecções e gangrena em soldados em frente de batalha. A pesquisa buscava um produto barato, fácil de transportar e usar, que pudesse ser conservado de forma fácil e à temperatura ambiente, sem problemas colaterais. Durante a segunda guerra mundial, a redução no número de baixas
e amputações foi tremenda, graças ao uso da água oxigenada.
Numa solução a 3%, é um dos mais potentes desinfetantes que existem. Isso é pouco divulgado e pode-se entender porquê. Um produto barato e simples de usar, concorre com outros desenvolvidos por laboratórios farmacêuticos e indústrias de desinfetantes domésticos e hospitalares. Portanto, não há interesse comercial no seu uso em larga escala.
O que se pode fazer com água oxigenada:
  1. Uma colher de sobremesa do produto usada para bochechos e mantido na boca por alguns minutos, mata todos os germes bucais, branqueando os dentes!

    Cuspir após o bochecho.
  2. Manter escovas de dentes numa solução de água oxigenada conserva as escovas livres de germes que causam gengivite e outros problemas bucais.
  3. Um pouco de água oxigenada num pano desinfeta superfícies melhor do que qualquer outro produto. Excelente para usar em cozinhas e banheiros.
  4. Tábuas de carne e outros utensílios são totalmente desinfetados após uso, com um pouco de água oxigenada. O produto mata qualquer bactéria ou germe, inclusive salmonela.
  5. Passada nos pés, à noite, evita problemas de frieiras e outros fungos que causam os principais problemas nos pés, inclusive mau cheiro (chulé).
  6. Passada em ferimentos (várias vezes ao dia) evita infecções e ajuda na cicatrização. Até casos de gangrena regrediram com o seu uso.
  7. Numa mistura meio-a-meio com água pura, pode ser pingada no nariz em resfriados e sinusites. Esperar alguns instantes e assoar o nariz. Isso mata germes e outros microorganismos nocivos.
  8. Um pouco de água oxigenada na água do banho ajuda a manter a pele saudável, podendo ser usada em casos de micoses e fungos.
  9. Roupas que precisem desinfecção (lençóis, fraldas, etc), ou aquelas em contato com secreções corporais e sangue, podem ser totalmente desinfetadas se ficarem de molho numa solução contendo água oxigenada antes da lavagem normal.

POLIOMIELITE

OS EFEITOS DO SAL NO ORGANISMO

CUIDADOS DURANTE O PRÉ-NATAL

terça-feira, 27 de julho de 2010

quarta-feira, 14 de julho de 2010


Logo Marca do Blog.
Para ser usado por parceiros e divulgação do Blog

MENSAGEM




Tornem-se seguidores do Blog Doutores do Cuidado

É fácil!!! Clique no ícone SEGUIR (esta na parte direita da tela). Depois você deverá clicar sobre o ícone de sua conta. Existem três opções: Google, Twitter e Yahoo. Você tem que ter uma conta em um destes (obs: se você tem Orkut e/ou Gmail, clique no Google e use seu login e senha). Siga as instruções e pronto!!! Você participará da construção do blog!!!

Envie sugestões e/ou críticas para que eu possa melhorar ainda mais o Blog

INFOGRÁFICO: Endometriose

INFOGRÁFICO: Ciclo Menstrual

quinta-feira, 24 de junho de 2010

CAMISINHA FEMININA

IFonte: www.adolescencia.org.br

É uma bolsa de plástico fino, transparente, macio e resistente, com dois anéis, sendo um preso na borda e o outro móvel (que não deve ser removido) dentro da bolsa.
Camisinha Feminina
QUAIS AS CHANCES DE QUE A CAMISINHA FEMININA FALHE?
A taxa de falha varia de 5 a 21%, ou seja, de cada 100 (cem) mulheres, que usam a camisinha feminina durante o período de 1 (um) ano, de 5 (cinco) a 21 (vinte e um) podem engravidar.
COMO FUNCIONA?
A camisinha feminina impede o contato da vagina com o pênis nas relações sexuais genitais, impedindo assim que os espermatózoides entrem em contato com a vagina. Ela também impede a troca de secreções nas relações sexuais, genital (vagina pênis) e oral (vagina boca), prevenindo também as DST/HIV-Aids.
COMO SE USA?

Camisinha Feminina (2)
A camisinha feminina deve ser usada em todas as relações sexuais, antes de ter qualquer contato da vagina com o pênis ou a boca, mesmo durante a menstruação, e pode ser colocada até oito horas antes da relação sexual.
Camisinha Feminina (3)
Para abrir a camisinha feminina é super fácil, não precisa muito esforço, ela vem com uma setinha azul indicando um picote, para facilitar a abertura, ou seja, não precisa de unha, faca, tesoura, facão.
Camisinha Feminina (4)
Segurando com os dedos, o anel que fica dentro da camisinha feminina deve ficar em forma de “8”.
Em uma posição em que a mulher se sinta confortável, ela deve introduzir o anel.
Camisinha Feminina (5)
A mulher deve ajeitar a camisinha, introduzindo o dedo dentro dela, para verificar se ela não está torcida, o que pode dificultar a entrada do pênis.
Camisinha Feminina (6)
O anel de fora da camisinha deve cobrir então a entrada da vagina e a vulva (parte externa do genital da mulher). O homem poderá então introduzir o pênis na vagina, tomando cuidado para que este entre por dentro da camisinha.
Camisinha Feminina (7)
Após o homem ejacular, ele deve tirar o pênis de dentro da mulher e a camisinha feminina deve ser retirada imediatamente.
Camisinha Feminina (8)
Para retirar é só dar uma leve torcida na camisinha para evitar que o esperma vaze.Agora é só embrulhar em papel higiênico e jogar no lixo, pois jogar na privada pode entupir e na rua é falta de educação e higiene!!!

A CAMISINHA FEMININA PODE FAZER MAL PARA SAÚDE?

Algumas pessoas podem apresentar alergia ao lubrificante, podendo causar coceira e/ou vermelhidão.

QUAIS OS EFEITOS NÃO ANTICONCEPTIVOS?

Ela oferece dupla proteção, prevenindo tanto as DST como uma gravidez não planejada.
Diminui a incidência de: complicações causadas pelas DST, como infecção no aparelho sexual, dor na parte baixa da barriga, possivelmente câncer de colo uterino e infertilidade nos homens e mulheres.

IMPORTANTÍSSIMO
Não existem condições médicas que restrinjam o uso da camisinha feminina. Entretanto, é fundamental conhecer a forma correta de usá-la; para isso, é importante procurar orientação em um serviço de saúde !


Sangramento gastrointestinal

Retirado e consultado do site: http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/article/003133trt.htm#

Nomes alternativos:

sangue no trato gastrointestinal, hemorragia GI, sangramento do trato GI inferior, hemorragia do trato GI superior

Definição:

Um sinal de doença ou anormalidade no trato gastrointestinal que se caracteriza pela presença de sangue ou hemoglobina nas fezes. A origem do sangramento do trato gastrointestinal superior é próxima da válvula pilórica do estômago, enquanto a origem do sangramento do trato gastrointestinal inferior é abaixo da válvula pilórica.

Considerações gerais:

O sangramento gastrointestinal pode variar de uma hemorragia microscópica, quando a quantidade de sangue é tão pequena, que ela só pode ser detectada por exames laboratoriais, a uma hemorragia maciça, quando a pessoa evacua sangue quase puro.
É importante não deixar passar despercebido um sangramento intestinal, porque ele pode indicar muitas doenças e condições significativas. O sangramento microscópico prolongado pode resultar em perdas maciças de ferro e em anemia subseqüente. O sangramento maciço agudo pode resultar em hipovolemia, choque e até na morte.
O sangramento gastrointestinal pode ocorrer em qualquer idade. O sangramento gastrointestinal em crianças varia desde um episódio simples, como o que decorre de uma hemorragia nasal, quando a criança engole sangue, a um episódio mais complexo, como nas alergias ao leite, ou a episódios que põem a vida em risco, como na intussuscepção ou divertículo de Meckel. Os adolescentes e adultos jovens podem sofrer de úlceras hemorrágicas, doença de Crohn e colite; nas pessoas de meia-idade e idosos, as causas incluem o câncer de cólon e a diverticulite que podem se manifestar por sangramento gastrointestinal.

Causas comuns:


  • enema de bário de contraste duplo
  • endoscopia ou exames semelhantes que envolvem a penetração no intestino
  • volvo intestinal (torção do intestino)
  • intussuscepção
  • divertículos de Meckel
  • defeitos adquiridos da função plaquetária
  • fissura anal
  • alergia ao leite de vaca
  • diarréia
  • úlcera duodenal
  • varizes esofágicas
  • úlcera gástrica
  • síndrome hemolítico-urêmica
  • doença de Crohn (enterite regional)
  • salmonelose
  • shigelose
  • colite ulcerativa
Obs.: pode haver outras causas para este problema. Esta lista não menciona todas elas e sua apresentação não está em ordem de probabilidade. As causas destes sintomas podem incluir, indiferentemente, doenças e medicamentos. Além disso, essas causas podem variar com base na idade e sexo da pessoa afetada, assim como nos aspectos específicos do sintoma como: características, evolução, fatores agravantes, fatores atenuantes e queixas associadas. Utilize a opção Análise de Sintomas para explorar as explicações possíveis para a ocorrência deste distúrbio, seja isolado ou combinado com outros problemas.

Cuidados em casa:


Pode-se recomendar um exame de fezes em casa, para verificar se há sangue microscópico (exame caseiro de fezes com guáiaco), para as pessoas que apresentaram um episódio de sangramento gastrointestinal. O sangramento gastrointestinal que envolve uma quantidade um pouco maior de sangue que a dos sangramentos microscópicos, habitualmente requer a hospitalização para determinar a causa e iniciar o tratamento.

Solicite assistência médica se:



  • apresentar fezes negras ou escuras (isso pode ser um sinal de sangramento gatrointestinal)
  • houver sangue nas fezes
  • começar a vomitar sangue ou o vômito se assemelhar à borra de café

O que esperar no consultório médico:


O sangramento gastrointestinal pode ser uma emergência que exija intervenção imediata. Podem ser necessárias a administração de líquidos e medicamentos por via intravenosa, transfusões de sangue, aspiração do conteúdo gástrico através de uma sonda (sonda nasogástrica) e outras medidas.
Uma vez que o quadro tenha se estabilizado, será obtida a história clínica e realizado um exame físico.

A documentação detalhada da história clínica poderá incluir as seguintes perguntas: 


  • EVOLUÇÃO
    • quando começou o problema?
    • é intermitente ou contínuo?
  • CARACTERÍSTICAS
    • o que você observou?
    • as fezes eram negras ou escuras ou se podia ver sangue nas fezes?
    • você vomitou sangue?
    • o vômito era semelhante a uma borra de café?
  • HISTÓRIA FAMILIAR
    • alguém de sua família tem história de úlcera péptica ou úlcera duodenal?
    • você já teve sintomas como esse antes?
  • OUTROS
    • quais outros sintomas também estão presentes?
    • você observou alguma coisa que, em sua opinião, pode ter causado o sangramento ou estar associada a ele?
Obs.: Esse achado é diagnosticado por um médico e a pessoa pode estar ciente de sua presença ou não.
O exame físico incluirá um exame abdominal detalhado.
Os exames diagnósticos podem variar e incluir:

  • exames laboratoriais, como hemograma completo
  • raio X abdominal
  • tomografia computadorizada abdominal
  • ressonância magnética abdominal
  • EGD
  • sigmoidoscopia
  • colonoscopia
Após a consulta: O diagnóstico poderá ser incluído em seu registro médico pessoal.

Homem que se cuida não perde o melhor da vida

Artrite Reumática

Teste do pezinho e olhinho

 

Tintas com nanotecnologia eliminam superbactérias de hospitais


Redação do Site Inovação Tecnológica - 19/09/2008

Cientistas anunciaram o desenvolvimento de um novo tipo de tinta contendo nanopartículas acionadas pela luz que são capazes de eliminar as superbactérias resistentes a antibióticos e que causam milhares de infecções hospitalares todos os anos.

Nanopartículas de dióxido de titânio
A nova tinta com nanotecnologia poderá ser utilizada em qualquer superfície, mas principalmente nas paredes e no teto dos hospitais. Os cientistas descobriram que determinadas formas de nanopartículas de dióxido de titânio podem matar bactérias e eliminar a sujeira das superfícies quando elas são submetidas à luz ultravioleta.
Mas não será necessário instalar novas lâmpadas nos ambientes hospitalares. Na concentração adequada, as nanopartículas são eficientes mesmo quando iluminadas por lâmpadas fluorescentes comuns.
"Nós descobrimos que as tintas contendo dióxido de titânio são mais eficientes para matar as bactérias se a concentração das nanopartículas for maior do que nas tintas normais. Nossos melhores resultados mostraram que todas a E. coli foram mortas sob luz fluorescente comum," diz a pesquisadora Lucia Caballero, da Universidade Metropolitana de Manchester, na Inglaterra.
Tinta bactericida
O dióxido de titânio já é utilizado industrialmente em tintas, como branqueador. Mas as tintas comuns possuem outros componentes que neutralizam seu efeito bactericida. A presença de carbonato de cálcio, por exemplo, diminui a capacidade de matar as bactérias em 80%.
Os chamados superbugs - superbactérias resistentes aos antibióticos e sistemas de esterilização atuais - estão se tornando uma preocupação mundial não apenas em hospitais, mas também na indústria alimentícia e farmacêutica.
O novo tipo de tinta com nanotecnologia poderá ser uma arma eficiente e barata na luta contra esse inimigo invisível, mas letal.